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preciso de recargas copic

1 mensagem neste tópico

Olá sou nova aqui e gostava muito de partilhar aqui a minha pequena aflição, estou a precisar de algumas recargas para os meus copic, mas ate agora o que vi na net os sites aqui em Portugal, muito poucos tem recargas e as que tem não são propriamente baratas, gostaria de saber se alguém sabe onde consigo comprar recargas copic um pouco mais baratas?

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  • Conteúdo Recomendado:

    • VascoEusébio
      Por VascoEusébio
      KRYPTON FILMS
       
      A Krypton está a recrutar Ilustradores de Mangá em Portugal. Em mãos está a realização de um projecto. Aos interessados, solicito que enviem email com o portfólio, e respectivos contactos.
       
      Vasco Eusébio
      Departamento de Realização
       
      [email protected]
       
      Rua da Junqueira, nº 354
      1300-340 Lisboa
      P. : +351 21 360 07 50
      F. : +351 21 362 00 83
      www.kryptonfilms.com
       

    • Kawaii_patusca
      Por Kawaii_patusca
      Oiiii!!!!!
      Fiz uma fanart do Murasakibara de kuroko no basket!!!
      Que acham??? 

    • SeventyFive
      Por SeventyFive
      ARTISTA DO MÊS – JANEIRO ’17
      Discrelia  

       
       
      Apesar de ser um membro recente, a sua arte chama logo a atenção... Já viram o tópico dele aqui no fórum? Seja como for, venham conhecer o Discrelia nesta entrevista! Esperamos que gostem. 
       
      1. Conta-nos alguma coisa (ou várias) sobre ti que ainda não saibamos…!
       
      Algo sobre mim que ainda não saibam? Provavelmente muitas coisas. Nunca fui muito do tipo de falar de mim. Bem suponho que isso já seja uma coisa mas isso não é muito interessante.Eu diria que o mais interessante é a maneira como a minha vida tem tendência a envolver-se com Pokémon constantemente.
       
      2. Que tipo de arte preferes e porquê? Foi uma escolha natural (por teres mais jeito ou inclinação) ou uma opção consciente de investimento do teu tempo? 
       
      Eu diria que tenho uma preferência por algo que relembra o "minimalismo" e a "pop art". A "pop art" é relativamente evidente o porque, o meu interesse pela pop japonesa leva-me por esses caminhos. O meu interesse pelo minimalismo é algo mais complicado. Vem das minhas partes mais íntimas que me são desconhecidas a mim próprio.
       
      3. Há mais alguma forma de expressão artística que faça parte da tua vida (música, pintura, escultura, ...)? 
       
      Eu faço de tudo um bocado, ajuda a equilibrar o meu humor. Invisto mais na instalação e na serigrafia e gravura mas também faço um bocado de escultura e animação.
       
      4. Há quanto tempo começaste a ter interesse por desenho? Houve algum momento especialmente marcante que tenha sido o “clique” que fez a diferença?
       
      Pelo desenho em específico não sei bem mas pela arte em geral o meu interesse começou desde bastante novo. A minha irmã, que também se dava às artes ,introduziu-me e achou que eu tinha talento e então incentivou-me.
       
      5. De que forma é que a arte influencia a tua vida? É algo que já passou para um nível profissional? 
       
      Influencia-me constantemente. Depois de desenvolver olho e sensibilidade de artista sinto que vejo tudo de modo diferente, as mais pequenas coisas podem subitamente interessar-me a um nível artístico.
      Até agora investi três anos de universidade nas artes por isso sim, tenho interesse profissional nas artes. Não consigo viver da mesma maneira depois de ser introduzido ao mundo das galerias e exposições.
       
      6. Qual é “aquela coisa” que ainda hoje é difícil para ti conseguir fazer?
       
      Tudo que envolva pincéis ainda é algo que nem sempre me corre bem. É preciso uma mentalidade específica para se usar um pincel bem e acho que esta me escapa pela minha natureza.
       
      7. E o que é que mais gostas de fazer?
       
      A minha parte preferida de todo o processo e que mais me excita é ironicamente a mais aborrecida. Eu adoro ficar em frente da enorme impressora enquanto esta imprime só para ver o meu trabalho a tomar forma. É uma completa perda de tempo mas quero assistir a cada segundo!
       
      8. Há alguma coisa complexa tecnicamente que te tenha feito sentir orgulho quando finalmente a aperfeiçoaste?
       
      Algo que acho que tem a sua certa complexidade mas que não se pensa muito é a selecção da cor. O meu trabalho revolve imenso a cor, às vezes passo horas a comparar cores umas com as outras e é trabalho que sempre fui elogiado e que me dá grande orgulho.
       
      9. O que é que te serve de inspiração?
       
      O mais óbvio é o anime mas também a arte japonesa em geral e, como também já referi, o "minimalismo" e a "pop art". Sou grande fã em específico do artista japonês Murakami.
       
      10. De que forma é que o desenho e o anime/ manga se cruzam na tua vida? Tentas seguir um estilo “típico” oriental ou criar o teu próprio estilo? Manténs uniformidade nas tuas criações ou segues o que te apetece fazer no momento?
       
      O desenho de anime/manga influenciam bastante o que chamaria o corpo principal do meu trabalho e esse trabalho é a minha vida. Eu não tenho a certeza se o meu estilo de ilustração será o "típico" japonês mas acho que é óbvio que é bastante japonês. As minhas ilustrações encontram-se relativamente em evolução mas diria que têm alguma uniformidade, claro que acho sair do estilo é sempre útil maioritariamente para dar nova perspectiva ao trabalho dito mais "uniforme".
       
      11. Achas que fazer algo a pedido de terceiros condiciona muito o processo criativo ou é apenas mais um desafio?
       
      Eu já tentei fazer "requests" mas não é algo que bate comigo. Meu trabalho é algo espontâneo e tentar forçar algo acaba sempre "ás três pancadas". Embora já tenha feito algo mais simples como cartões de visita e panfletos.
       
      12. Tens algum conselho para dar a artistas que estejam a começar?
       
      Depende do nível de "começar" que falamos. Nenhuma experiência? Então não tenho muito a dizer, simplesmente façam o que lhes der na telha, há tempo para afinar o trabalho mais tarde. Se é algo que venha de um sítio bastante profundo do vosso ser e seja algo que querem seguir o melhor conselho é quebrar o que pensam que é arte. Estudar a teoria é sempre útil e sair da vossa área de conforto e fazer o que soa mais difícil ajuda imenso. Nunca se sabe que inclinações nós temos até experimentar-mos. O mais importante, no entanto, é sempre procurar bons críticos. Alguém que nos agite e nos faça questionar todo o nosso trabalho é um grande aliado.
       
      13. Aceitas comissões? Queres deixar alguma informação sobre isso?
       
      Como já referi, comissões não vão bem comigo mas abro sempre excepções.
      O mais parecido que tenho a isso é um patreon que decidi experimentar durante "o tempo morto" enquanto procuro galerias e emprego.
       
      14. Agora, a pergunta mais importante de todas: o que dizem os teus olhos?
       
      Aos outros, não muito. A mim, tudo. 
       
      Para verem mais trabalhos do Discrelia podem consultar o seu tópico de fanart, o deviantart ou o seu portefólio online. 
       
      Até à próxima! 
    • SeventyFive
      Por SeventyFive
      ARTISTA DO MÊS – DEZEMBRO ’16
      TRUNKAS
       

       
      Começou há uns anitos a mostrar-nos os seus desenhos e entretanto evoluiu imenso: este mês apresentamos-vos o TRUNKAS! Confesso que pensei em alterar a escrita dele para ficar um português mais correto, mas... faz parte do seu charme. Esperemos que gostem e que leiam para o ficarem a conhecer um pouco melhor!
       
      1. Conta-nos alguma coisa (ou várias) sobre ti que ainda não saibamos…!
       
      Gosto muito de álcool, mas também gosto de elefantes. 
       
      2. Que tipo de arte preferes e porquê? Foi uma escolha natural (por teres mais jeito ou inclinação) ou uma opção consciente de investimento do teu tempo?
       
      Comecei por ver DBZ quando era puto em vez da rabetice da Disney, maybe foi por isso que comecei a gostar de anime e a desenhar nesse estilo e continua a ser a minha cena favorita de assistir pois cria aquela cena mesmo hard feelingz no coração que nos faz chorar por mais.
       
      3. Há mais alguma forma de expressão artística que faça parte da tua vida (música, pintura, escultura, ...)? 
       
      Já deixei o estilo japuna à quase três anos desde aí que o meu objectivo tem sido conseguir uma carreira em concept artist / ilustrador para uma empresa de videogames ou como freelancer. Por outro lado tenho o graffiti como uma espécie de trabalho à parte que até agora tem abrindo muitas portas para o mundo do negócio e do blingbling, talvez quem sabe seja esse o meu lugar.
       
      4. Há quanto tempo começaste a ter interesse por desenho? Houve algum momento especialmente marcante que tenha sido o “clique” que fez a diferença?
       
      Talvez há cerca de 11 anos quando estava a ver a saga do Bubu pela primeira vez, fckn dope.
       
      5. Quando é que passou de um hobby a uma profissão? De que forma é que isso mudou a tua abordagem e a forma como encaras a arte que produzes?
       
      Desde que recebi a minha primeira proposta para pintar uma parede de um ginásio em Coimbra, percebi que isto da arte pode ser muito bonito e é de facto. No entanto só quem está por dentro do assunto sabe que por vezes pode ser bastante difícil e trabalhoso, é algo que deve ser considerado tão sério como qualquer outra profissão.
       
      6. Qual é “aquela coisa” que ainda hoje é difícil para ti conseguir fazer?
       
      Ser perfeito como deus noço cenhor. De resto é msm tass. Minto, a cor, a cor é fckn bitch e é se calhar mais complexa que a própria vida!
       
      7. E o que é que mais gostas de fazer?
       
      Gosto de jogar nintendo, beber aquele tinto, ser deep as fuck com os meus argumentos, nadar no mar quando tá grande grizzo para me sentir viking, etc.
       
      8. Há alguma coisa complexa tecnicamente que te tenha feito sentir orgulho quando finalmente a aperfeiçoaste?
       
      Nõe, até porque sinto que ainda não aperfeiçoei nada, tenho muito para aprender ainda sou um baby nesta vida.
       
      9. O que é que te serve de inspiração?
       
      O álcool, o convívio, as religiões e mitos assim como o imaginário de cada um de nós. 
       
      10. De que forma é que o desenho e o anime/ manga se cruzam na tua vida? Tentas seguir um estilo “típico” oriental ou criar o teu próprio estilo? Manténs uniformidade nas tuas criações ou segues o que te apetece fazer no momento?
       
      Inconscientemente tudo o que pinto/desenho acaba por ter um cheirinho de mim daí não me preocupar com a necessidade de criar um registo porque sei que isso vai surgindo e desbrotando como uma flor de lótus.
       
      11. Achas que fazer algo a pedido de terceiros condiciona muito o processo criativo ou é apenas mais um desafio?
       
      Só sei que é o que tem de ser para sobreviver neste mundo cruel e frio.
       
      12. Tens algum conselho para dar a artistas que estejam a começar?
       
      Observar tudo o que nos rodeia com olhos de ver.
      Que continuem e que se pararem os desenhos não se vão fazer por si só.

      13. Aceitas comissões? Queres deixar alguma informação sobre isso?
       
      [email protected]
       
      14. Agora, a pergunta mais importante de todas: o que dizem os teus olhos?
       
      Dizem que já fui um pirata em vidas passadas. 
       
      Para verem mais trabalhos do TRUNKAS podem consultar o seu tópico de fanart, o deviantart ou o artstation. 
       
      Feliz Natal e Bom Ano Novo! 
    • SeventyFive
      Por SeventyFive
      ARTISTA DO MÊS – OUTUBRO ’16
      PetalidiStelle
       

       
      É mais conhecida por ter feito parte de uma fansub, ser a eterna loli nos nossos corações e gostar de música japonesa, mas a PetalidiStelle também desenha (e canta!), por isso pareceu-nos mais do que qualificada para ser o próximo alvo de uma entrevista mensal... Esperamos que gostem da leitura! 
       
      1. Conta-nos alguma coisa (ou várias) sobre ti que ainda não saibamos…!
       
      Já devem saber que gosto de idols dos anos 80, mas talvez não saibam que também gosto das idols actuais.
      Bem, talvez saibam porque colaborei num podcast sobre isso, mas a minha vida não consiste de muito mais ultimamente. (É triste, eu sei)
       
      2. Que tipo de arte preferes e porquê? Foi uma escolha natural (por teres mais jeito ou inclinação) ou uma opção consciente de investimento do teu tempo? 
       
      Prefiro desenho porque sempre foi uma das melhores maneiras de me expressar. Sendo uma pessoa que não fala muito, sempre tive tendência a passar as minhas ideias para o papel por palavras ou desenhos.
       
      3. Há mais alguma forma de expressão artística que faça parte da tua vida (música, pintura, escultura, ...)? 
       
      Gosto muito de cantar. As más línguas dizem que já perdi no karaoke e já vivi um momento embaraçoso num certo Iberanime. Blasfémias.
      Também gostava de aprender piano um dia, nem que só quando for uma velhinha reformada.
       
      4. Há quanto tempo começaste a ter interesse por desenho (seja digital, seja tradicional)? Houve algum momento especialmente marcante que tenha sido o “clique” que fez a diferença?
       
      Desde que me lembro que desenho, mas só quando comecei a ver anime mais activamente é que comecei a manter um caderno. No início quis criar um estilo meu, para que pudesse recriar os character designs que via. Agora que já considero que o tenho, a minha motivação é não perder o jeito e tentar melhorar mais qualquer coisa.
      Durante algum tempo tentei investir em arte digital, mas a minha tablet começou a funcionar mal (deve ter ficado farta do autismo do osu) e só tenho feito rabiscos em papel. Normalmente só faço lineart a lápis, esporadicamente sombras... Já mencionei que sou preguiçosa?
       
      5. De que forma é que a arte influencia a tua vida? Tencionas mantê-la sempre como um hobby ou investir profissionalmente na área? 
       
      É essencialmente um hobby e, em princípio, continuará a ser. Gosto muito de desenhar, faço-o todos os dias, mas só desenho algo mais elaborado quando me dá alguma inspiração em particular. Não me motiva o suficiente, de forma constante, para investir mais nisso.
       
      6. Qual é “aquela coisa” que ainda hoje é difícil para ti conseguir fazer?
       
      É um clássico, mas sou terrível a mãos. Ainda tenho a tendência de pôr os braços atrás das costas.
      E não costumo desenhar rapazes. Já tentei, mas acho as raparigas muito mais interessantes. Talvez o anime me tenha influenciado nisso, visto que os designs delas costumam ser mais elaborados. Um animu/mango meu seria um do género de K-ON!, Yuru Yuri, Kiniro Mosaic; cute girls doing cute things.
       
      7. E o que é que mais gostas de fazer?
       
      Cabelo, feições e roupa (de raparigas, como já devem ter percebido).
       
      8. Há alguma coisa complexa tecnicamente que te tenha feito sentir orgulho quando finalmente a aperfeiçoaste?
       
      Para mim, que não estou nem aspiro a um nível muito avançado, conseguir acertar nas dobras das roupas e nas proporções dos corpos já foram grandes achievements.
       
      9. O que é que te serve de inspiração?
       
      Anime e manga, como já disse, mas também gosto muito de observar pessoas e incorporar essas observações nos desenhos. Tem acontecido com as idols, por exemplo.
       
      10. Achas que fazer algo a pedido de terceiros condiciona muito o processo criativo ou é apenas mais um desafio?
       
      É um desafio. Eu não puxo muito por mim no campo da arte e, quando me pedem para desenhar coisas (o que não acontece muito, mas já aconteceu), costuma variar um pouco do que estou habituada. É uma maneira de evoluir mais um pouco.
       
      11. Tens algum conselho para dar a artistas que estejam a começar?
       
      Diria para não pararem. Se querem realmente evoluir ou melhorar, tentem fazer qualquer coisa todos os dias, por pouco que seja. E se forem como eu e gostarem de papel, não tenham medo de desenhar nos cantos dos cadernos ou mesmo de andar com um.
       
      12. Aceitas comissões? Queres deixar alguma informação sobre isso?
       
      Até agora não tive pedidos a não ser de amigos, mas se me quiserem pedir para desenhar alguma coisa, estejam à vontade! Só tenham em mente que não faço muito mais que lineart e não sou, de maneira nenhuma, profissional.
       
      13. Agora, a pergunta mais importante de todas: o que dizem os teus olhos?
       
      Que estou encantada com o álbum que estou a ouvir.
       
      Para verem mais da arte da PetalidiStelle podem consultar o seu tópico de fanart e para a ouvirem falar mais de ídolas podem assistir ao podcast sobre música em que foi a convidada de honra. 
       
      Muito obrigado à entrevistada que me mandou tudo já prontinho e editado. <3 
       
      Até à próxima!