pinoproxy

O Estado do Anime

18 mensagens neste tópico

Tem calma bro respira fundo

 

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No anime, como em tudo, o que é popular dentro da demografia é que manda. E a demografia, o pessoal de agora que vê anime (que nem era nascido nos 90s, provavelmente) quer ver esse tipo de coisa.

 

Também os próprios temas dos animes não deixam muito espaço para personagens fortes e sólidas. Afinal, em animes da vida diária (ainda não comecei o Violet Evergarden) é um pouco difícil trazer um desenvolvimento eficiente, apesar de não ser de todo impossível ou tabu a evitar.

 

Mas penso que o problema não é de agora. Afinal, as referências que tens dos 90s e que indicas aí não eram de todo o chapa5 de anime da altura. No passado também havia treta como agora e como sempre haverá. :>

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Nao podes falar do Devilman por que este até que está bem modesto comparado ao manga de '72.

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há 21 horas, pinoproxy disse:

Uma nova tendência está a instalar-se e está relacionada com a entrada de dinheiros americanos, i.e. Netflix.

Os normies estragam sempre tudo. Chads e Stacies nunca estão contentes com o que têm, por isso têm de ir incomodar quem está no seu canto sem fazer mal a uma mosca.

A Netflix que se limite mas é a ter colaborações para espetar séries no serviço deles, como Good Morning Call que estou a ver agora com legendas em português de Portugal, o que até parece mentira existir.

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 Concordo 

Às 10/02/2018 às 17:51, pinoproxy disse:

O que raio se passa com o Anime? Ou mais concretamente, quais são as causas do surto de sexismo e mau gosto nos animes recentes?

 

Eu tenho a sensação que as personagens, em voga, estão a ser ultra sexualizadas (nos inúmeros géneros que existem) ou então seguem os estereótipos convencionais da mulher que não sabe fazer nada sem amor ou do homem que coitado merece pena por ser um imbecil incorrigível.

 

 

 

 Concordo plenamente e fico mesmo contente de não ser o único incomodado com isso. Chega ao ponto de que mesmo se vir um anime com uma história interessante mas tiver os "tags" de "ecchi" ou "harem" dou logo meia volta. Mulheres (menciono aqui porque são alvos mais frequentes) em anime podem ser interessantes/sexys sem estarem coladas ao personagem principal como lapas ou terem os seios a abanarem de 5 em 5s... O High School of The Dead é um dos meus animes favoritos, mas acho que seria dos melhores de sempre se não tivesse "fanservice" a sair por todos os poros (e até quem sabe talvez tivesse conseguido uma 2a temporada). Enfim... 

:m020:

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“Each year the number of applicants decreases, and at this rate the anime industry will decline.”

 

Mais uns artigos interessantes sobre o estado do Anime:

 

- Entrevista a uma animadora japonesa sobre o panorama da indústria:

[PARTE 1] https://criesinnewtype.wordpress.com/2017/05/08/a-female-animators-take-on-the-current-anime-industry-pt-1/

[PARTE 2] https://criesinnewtype.wordpress.com/2017/05/15/a-female-animators-take-on-the-current-anime-industry-pt-2/

 

- Artigo sobre a iniciativa Animators Dormitory Project e os seus residentes:

https://criesinnewtype.wordpress.com/2017/06/07/helping-the-anime-industry-the-animator-dorms-and-its-residents/

l_kikka_170126_ani6.jpg?w=584&h=390

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há 21 horas, Alludor disse:

 O High School of The Dead é um dos meus animes favoritos, mas acho que seria dos melhores de sempre se não tivesse "fanservice" a sair por todos os poros (e até quem sabe talvez tivesse conseguido uma 2a temporada). Enfim... 

:m020:

Bem, aqui neste exemplo discordo... Porque High School of the Dead tem fanservice, muito (muito) exagerado mas, na minha opinião, faz mesmo parte do estilo. Isto é, o anime não seria tão divertido se não tivesse ali os mamalhais aos pulos por todo o lado.

 

Agora que se fala nisso, ultimamente não tenho visto tanto ecchi evidente como no passado. Parece-me que as novas releases (pelo menos o que tenho visto) se atiram mais para um harém "cute", sem insinuação sexual. Isto mais ou menos desde o advento Kyoani, que estabeleceu este género... Que acham?

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há 6 horas, pinoproxy disse:

at this rate the anime industry will decline

Eh, há muita coisa do passado para ver.

há 1 hora, ladyxzeus disse:

o anime não seria tão divertido se não tivesse ali os mamalhais aos pulos por todo o lado

Isto. Usar os tetos para estabilizar a sniper rifle e fazer mira é top.

há 1 hora, ladyxzeus disse:

Parece-me que as novas releases (pelo menos o que tenho visto) se atiram mais para um harém "cute", sem insinuação sexual. Isto mais ou menos desde o advento Kyoani, que estabeleceu este género... Que acham?

Sim, porque finalmente aperceberam-se que weebs do sexo masculino não gostam de thots, mas sim de cute girls doing cute things e embaraçadas cada vez que se fala de dar as mãos e que servem para headpats, principalmente quando choram. Isto aplica-se ao 2D, 2.5D e 3D (este último só em asiáticas cute, salvo a excepção).

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há 1 hora, ladyxzeus disse:

Agora que se fala nisso, ultimamente não tenho visto tanto ecchi evidente como no passado. Parece-me que as novas releases (pelo menos o que tenho visto) se atiram mais para um harém "cute", sem insinuação sexual. Isto mais ou menos desde o advento Kyoani, que estabeleceu este género... Que acham?

Sim, já tinha reparado. Tens muitas personagens como num shounen e depois nem o protagonista nem o dito harem valem um tostão furado. É no que dá apostar no salaryman como público alvo. Era muito mais fácil encontrar animes bons e interessantes quando a aposta era o público otaku. Robôs e ficção científica são mais fixes do que "contemporary times with a twist" e historical fantasy settings, admitam.

Editado por pinoproxy
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Também já tinha reparado , até porque agora até me custa mais escolher o que vou ver.

Modas, pode ser que passe.

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Às 14/02/2018 às 18:00, ladyxzeus disse:

Bem, aqui neste exemplo discordo... Porque High School of the Dead tem fanservice, muito (muito) exagerado mas, na minha opinião, faz mesmo parte do estilo.

 

Hmm... Sempre achei que seria para atrair um maior público masculino, mas agora que falas nisso é que me ocorre que poderia ser com um intuito satírico/cómico. Afinal, quem poderia esquecer aquela cena em que um par de seios se abana tão depressa quanto a velocidade de uma bala lol xD

Editado por Alludor

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Pessoalmente eu acho que isto não é nada de novo. Já nos 80 e 90 o que não faltava por aí eram animes que mostravam todas as personagens femininas completamente despidas, em cenas de sexo explícito e algumas vezes até em cenas de violação.

 

E se recuarmos até à década de 70 às vezes encontramos coisas ainda piores do que isso.

 

Até diria que o que se vê hoje é muito mas tímido do que o que se via na altura. Quantas OVAs não saíram na década de 80 e 90 que aproveitavam para mostrar tudo e mais alguma coisa? Hoje temos muito echi mas nunca ultrapassa um certo risco.

 

 

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Também tenho notado o decréscimo das séries com o "ecchi tradicional" que reinava há alguns anos. Ultimamente o que sustenta a fatia equivalente de produção de animação é o moe. Não é fácil perceber exactamente porquê, mas acho que a tendência dos japoneses (ou pelo menos, aqueles que vêm anime) de apreciarem figuras de beleza mais semelhantes aos padrões ocidentais alterou-se... Para além de que esses animes geralmente vêm com um "pacote" de seiyuus que são praticamente ou exactamente idols e têm os seus próprios eventos e merchandise, financiando esse género de séries. O advento dos mobile games também ajuda. É difícil imaginar a quantidade de dinheiro que algumas pessoas gastam neles. O exemplo de maior sucesso dos últimos anos é Love Live.

Penso que continua a haver uma porção do anime que se dedica aos géneros pré estabelecidos e que têm financiamento mais garantido (os tais de jogos mobile, mundos alternativos ou os animes da Netflix), o equivalente a "Hollywood", e outra porção que arrisca um pouco mais ou então adapta algo que é popular no Japão.

Acho que é difícil a indústria morrer, mas não é difícil haver um declínio, ou uma mudança de paradigma suficientemente grande. O financiamento americano traz alguma liberdade mas não toda a liberdade. Aconselho a acompanharem o Sakuga Blog que tem regularmente artigos sobre o estado da animação no geral e em relação a algumas séries em particular.

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Às ‎10‎/‎02‎/‎2018 às 17:51, pinoproxy disse:

 uma "Inglaterra", em Violet Evergarden

 

Hein? Qual Inglaterra? Alemanha, talvez...

Essa influência do imaginário europeu já era visível nos tempos primordiais da animação japonesa e não vejo que mal tem. Nos EUA e na Europa também podes encontrar exemplos de obras que fundem elementos de culturas distantes. Além disso, só porque um artista nasceu numa determinada zona do globo não significa que tenha de se expressar recorrendo apenas a figuras, mitologias e arquétipos da sua nação.

 

Bom, se calhar estou a levar isto demasiado a peito por não concordar com muito do que afirma o Pino, mas cada um que opine o que quiser. No fundo, o que opino é que sempre houve bons e maus animé a estrear todos os anos e isso continuará a ser assim, mesmo em períodos em que se notam tendências a nível de arquétipos de personagens, design ou temáticas.

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Às 2/20/2018 às 04:23, Tokiwa_Jima disse:

 

Hein? Qual Inglaterra? Alemanha, talvez...

Essa influência do imaginário europeu já era visível nos tempos primordiais da animação japonesa e não vejo que mal tem. Nos EUA e na Europa também podes encontrar exemplos de obras que fundem elementos de culturas distantes. Além disso, só porque um artista nasceu numa determinada zona do globo não significa que tenha de se expressar recorrendo apenas a figuras, mitologias e arquétipos da sua nação.

 

Bom, se calhar estou a levar isto demasiado a peito por não concordar com muito do que afirma o Pino, mas cada um que opine o que quiser. No fundo, o que opino é que sempre houve bons e maus animé a estrear todos os anos e isso continuará a ser assim, mesmo em períodos em que se notam tendências a nível de arquétipos de personagens, design ou temáticas.

 

Eu tenho a sensação que vi em Violet Evergarden um "Big Ben" metido à socapa xP

 

Sim, é bem verdade que sempre houve uma apropriação mais ou menos descarada do imaginário ocidental. Isso não me incomoda. Veja-se o caso de Fullmetal Alchemist. Adereços, cenários e personagens podem muito bem ser ocidentais - afinal o Japão é na prática um país bastante próximo das vidas de Europeus e Americanos - mas quando isso é o selling point então, para mim, está tudo estragado. Não dá para ter uma anime interessante quando a história é esquecida em favor da estética. Quantos episódios é que se consegue ver quando tudo o que te dão é lens flare, flashy colors and pretty clothes? A minha opinião neste aspeto é se o objetivo passa por mostrar as virtudes técnicas de um estúdio então que façam um filme. Aí aceito o downgrade que é necessário fazer à história e aprecio de bom grado a paisagem sem me preocupar muito. Mas numa série isso vai fazer com que eu abandone a série ao fim de 4 episódios. Se não conseguem prender a minha atenção em +/- duas horas de filme porque haveria de esperar que a série melhore dali para a à frente? É o que me tem acontecido e é bastante frutrante. Talvez isto tenha sido provocado pela adoção em massa de novas tecnologias fazendo com que o técnico e o produtor tomassem conta do processo produtivo. E sem dúvida que é notável a qualidade visual que a maior parte das animes sazonais têm. Para mim a maior evolução foram os cenários que passaram de desenhos à mão para autênticas pinturas de alta definição. Não vou falar dos casos pontuais de animação espetacular pois isso espera-se de um indústria que alcançou fama internacional. Se bem que essa questão começa a tornar-se irrelevante com o advento do 3D. Perante isto tudo o resto parece ser negligenciado. Não há recursos nem tempo para mais.

 

Será que é caso para dizer the Computer killed the Animator?

 

Talvez. O velho Hayao Miyazaki é provavelmente quem melhor se apercebeu dos perigos de deixar a tecnologia tomar conta do processo criativo. Pois como se sabe tão depressa adotou o 3D como logo o deixou. A produtividade aumenta é certo mas o que é que acontece quando se subsistituem pessoas em favor da máquina automática? Desaparece a possibilidade de discussão e debate sobre o melhor método de animar/criar. Ou seja, desaparece o processo criativo e fica-se somente com as questões de o computor é potente o suficiente ou se o programa é capaz de produzir o efeito pretendido. Tenho a certeza que este ambiente impede o surgimento de grandes animadores, pois eles tornam-se virtualmente desnecessários quando qualquer um pode operar uma máquina desde que receba formação para isso. E porque é necessário haver grandes animadores? Os grandes nomes do Anime começaram como sendo animadores. Cresceram dentro da indústria e destacaram-se ao ponto de lhes serem confiados projetos. Eles não começaram como realizadores, criadores independentes ou artistas. Começaram como animadores, cresceram como animadores e tornaram-se responsáveis por outros animadores. Ora, se a indústria elimina este cargo não é de admirar que a qualidade e a originalidade decaia fortemente. Sem animadores, os diretores criativos deixam de ser os verdadeiros mestres do Anime e passam a ser gestores, tecnocratas, engenheiros, técnicos, etc. Em suma, a sensibilidade artítica decai fortemente. Se duvidam do que digo podem tomar o exemplo da animação 3D. Não existem nomes nessas áreas. Existem somente diretores de empresas e responsáveis por projetos. Honestamente quem quer saber quem animou o Frozen!? Ninguém! É "quase" perfeitamente indiferente ser o João ou o John o operador do computador. Digam-me antes qual foi o software e as tecnologias que usaram...  É assim o estado atual das coisas.

 

E sempre foi norma haver mais Anime de pouca qualidade do que boa mas atualmente eu sinto que o Bom Anime (criativo, artístico, pertinente) é muito escasso face à mediocridade generalizada. Ninguém vai arriscar ser original em tempos de imprevisibilidade económica. Mas as coisas podem melhorar, isto é cíclico, dizem alguns. Penso que é naive acreditar que isto são ciclos e que mais tarde ou mais cedo irá haver uma renovação. Até ver a história mostra que as coisas evoluem e por fim desaparecem, e quando voltam a aparecer somente aparentam ser semelhantes quando no fundo são fenómenos completamente diferentes. De certeza que atualmente há mais desejo em pegar no espólio do Estúdio Ghibli e fazer coisas como Princess Mononoke 2 e Spirited Away 2 do que criar coisas novas.

Editado por pinoproxy

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A História prova numerosas vezes que ao fim de um ciclo de inovação, há uma tendência à nostalgia e revivalismo. Com animu também há-de ser assim, penso. É por isso que não estou muito preocupada com o impacto do 3D, Netflix, etc..

Há dias vi um episódio fabuloso da série mais recente de Pretty Cure (magical girl com muita base em cenas de ação mano-a-mano) que penso ter sido totalmente animado à mão (embora com recursos digitais, o que é compreensível e, entre outras vantagens, mais económico e amigo do ambiente - no entanto, a lineart ainda é feita em papel na Toei). Esse género de coisas deixa-me satisfeita. Não porque eu rejeite as técnicas mais inovadoras, mas porque mostra que a tradição não foi esquecida - há um certo equilíbrio.

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Ou seja, nada mudou senão os character designs e a animação.

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