Toda a Actividade

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  1. Ontem
  2. Agora estou actualizando os semanais. Depois vou ver o que me falta de Kuroshitsuji, a ver se fico fixe.
  3. Última semana
  4. stika

    Mais um excelente episódio de Darling in the Franxx

     

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  5. Por enquanto, não parece que hajam planos para uma segunda temporada...
  6. Descartas

    Situação actual:

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    1. JUCA

      JUCA

       As melhoras?

    2. stika

      stika

      Espero que isso não tenha sido culpa minha D:

       

  7. Depois da Nintendo, voltei ao hostel para o check-in.Simplesmente, voltei para pagar e preencher a ficha de entrada, recolher o "cardkey", deixar a mochila no "locker room", olhar para a acomodação estilo cápsula e voltar para a rua.Já estava escuro, mas eu queria mais da cidade e tinha que comprar um cartão pré-carregado para utilizar em telefones públicos.O que estava a acontecer era que o meu telemóvel não estava a assumir qualquer rede e só conseguia comunicar com Portugal através da internet. Mas assim não conseguia contactar os meus pais.Na 7-Eleven da Estação de Kyoto, perguntei se tinham daquele tipo de cartões e, confesso que foi com alguma surpresa, disseram-me que sim. Estas lojas têm mesmo quase tudo.No Japão já ninguém usa os telefones fixos ou os telefones públicos, mas eles ainda existem e são úteis para quem não consegue usar o seu telefone e/ou não pretenda adquirir ou alugar um.Decidi caminhar até ao bairro de Gion pela avenida a par do rio Kamo. Foi mais longe que pensava, mas serviu também para procurar a dita cabine telefónica.Não foi à primeira, já que esse primeiro tinha em inglês a indicação "Domestic Only", mas foi à segunda.Aí estive a experimentar o modelo de comunicação, que não é apenas por o cartão e usar. O cartão nem é de introduzir, é de usar um código e seguir uns passos numéricos.Depois dessa introdução, lá ouvi a voz da minha mãe.Senti-me como o Shinji em algum episódio de Evangelion, à noite, numa rua sem movimento e com os grilos a cantar por perto.Estas pequenas sensações de "dejá vu" vão acontecendo, tornando a exploração das cidades mais interessante.E lá cheguei a Gion.Gion é muito divertido. A arquitectura é muito tradicional e parte do bairro é dedicado à cultura geisha e aos restaurantes típicos. É também um dos locais mais caros para comer no Japão. Por trás do Gion Corner, encontrei um restaurante de ramen que tinha preços mais acessíveis, mas estava cheio. Dez pessoas era o máximo da capacidade.Mas surpreendeu-me a atitude de um jovem casal ao balcão que ao ouvir a conversa disponibilizaram-se para se comprimirem contra a parede e deixar-me sentar, mas do rosto desiludido do cozinheiro veio um "we don´t have any more chairs..."Voltei ao Gion Corner. É um óptimo sítio para poder ver as maiko a representar as danças e cerimónias de chá a preços mais acessíveis e não tão exclusivo. É no fim da rua Hanami.Mais a norte, existe uma grande área de bares e restaurantes. Mais serão dentro, algumas portas de bares nocturnos e "boites" abrem portas e começa uma nova agitação de pessoas, bem vestidas, comportadas, mulheres sensuais e alguns personagens estranhos.Mas nenhum turista é incomodado e tudo se passa com discrição.Jantei aí perto num restaurante onde só trabalhava gente nova. Um sítio único, mas popular, onde os pedidos ao cozinheiro eram feitos com gritos de guerra e os agradecimentos ao cliente também. Que sítio divertido e jantei lá mais duas vezes, onde a especialidade era o ramen. Voltei ao Mosaic de metro.Tirei algumas coisas da mochila para ficarem mais acessíveis no "locker room" e no "futon".Tomei um bom banho e desci ao bar para mais uma cerveja. Aqui serviam Suntory artesanal e que boa que era.Conheci dois funcionários muito simpáticos e criámos amizade facilmente. O rapaz era um grande apreciador de futebol e deu-me os parabéns por Portugal ter ganho o Campeonato da Europa.Disse-me que torcera pela França, porque já viajou por França e sentiu-se ligado ao país, mas o seu jogador preferido era Ricardo Quaresma. Curiosamente, trabalha um rapaz francês naquele hostel.A rapariga já não era seguidora de desporto, mas conhecia os craques da nossa Selecção. Ela era mais música e cultura.Foi um serão muito bem passado a conversar com eles. Foi estranho não estarem lá muitos hóspedes, talvez por ser domingo, daí não ter confraternizado com mais pessoas.Mas com uma certeza fiquei, a de que Kyoto iria ficar na minha memória.
  8. Kyoto, Parte 1Não vale a pena esperar pelo fim da crónica para dizer que Kyoto é uma cidade apaixonante e foi o local onde mais gostei de estar e também onde fiquei mais tempo alojado.Cheguei a Kyoto por volta do meio-dia e fiquei surpreendido com a azáfama que ia na Estação de Kyoto. Esta estação não é apenas grande porque recebe muitos turistas, é grande porque, a par de Osaka, é um "hub" importantíssimo no centro do país para acesso às grandes cidades da região de Kansai e também de todo o Japão. A mobilidade e rapidez dos transportes japoneses permitem isso.Lá saí da estação e puxei dos documentos de reserva do hostel para seguir as indicações para chegar até lá.Não apanhei nenhum outro meio de transporta à saída do Shinkansen porque o Mosaic Hostel era muito perto da estação e se caminhasse até lá já estaria a fazer um bom reconhecimento daquela área.Comecei a minha caminhada e entretanto, numa rua menos movimentada, um senhor de uma certa idade, que passava por mim de bicicleta, aborda-me em inglês e pergunta-me se precisava de ajuda. Achei o máximo e respondi que não, confiando nas indicações do papel.Mas estive errado. Estava a caminhar na direcção errada do hostel e apercebi-me mais tarde.Tive que dar uma volta maior, pela parte norte dos templos Honganji no sentido contrário aos ponteiros do relógio e dirigir-me para sul da estação. Perdi imenso tempo e energia, carregando a enorme mochila que tinha.Mas lá cheguei ao hostel, que era de facto muito próximo da estação, a pouco menos de dois quilómetros e pude respirar fundo debaixo do ar condicionado fresquinho.Kyoto é mais quente e mais húmido que Tokyo e fazer hiking com aquela pesadona mochila a meio do dia naquela cidade é um desporto sério.Mesmo assim, depois de ter perdido tanto tempo, cheguei cedo demais ao hostel e tive que guardar a bagagem numa arrecadação até à hora do check-in. Esse serviço é muito porreiro, porque assim já pude começar a visitar a cidade.Voltei para norte, e de volta aos templos Honganji.Infelizmente, já estavam na hora de fecho, por isso tive que me contentar em passear no exterior e nas ruas características à volta.Tirei algumas fotografias e dei a volta à estação pelo lado Este e continuei para sul até encontrar o edifício da Nintendo.Adoro videojogos e estes sempre me acompanharam, por isso não podia sair de Kyoto sem ver o edifício desta grande empresa.Confesso que ainda estava um pouco perdido por aqui. Usei o GPS sempre para poder me orientar, já que estava com enormes dificuldades em localizar os pontos cardeais, mas essa pequena desorientação foi compensada com uma boa caminhada pelas ruas estreitas e clássicas dos padrões japoneses.Mas ao fim da noite, já me sentia em casa.
  9. Curtas
  10. Bom dia, eu gostaria de saber se alguém sabe se ira haver uma segunda temporada do anime "Mahoutsukai no yome"?
  11. Acabei por me esquecer de por o link. https://www.rtp.pt/noticias/mundo/descoberta-de-minerais-em-ilha-do-japao-pode-mudar-a-economia-mundial_n1070557
  12. Esta semana analisei o Legacy of Kain: Soul Reaver quer para a PS1, quer para a Sega Dreamcast. Espero que gostem!
  13. stika

    Esta semana analisei o Legacy of Kain: Soul Reaver para a PS1 e Sega Dreamcast. Espero que gostem!

     

     

  14. Sugestão: quando colocarem aqui estes posts, metam também pelo menos uma fonte da notícia, sff, para quem quisere confirmar e pesquisar mais sobre isso ter alguma facilidade em fazê-lo.
  15. Pois, se calhar vou ter que fazer isso. O Mike já me tinha aconselhado a fazer isso. Decidi pôr poucas imagens de cada vez, em posts diferentes, para chegar à inauguração da página seguinte mais cedo. Mas ainda assim, parece ficar as páginas pesadas na mesma...
  16. @silentpain, experimenta meter as fotografias dentro de spoilers. Elas demoram bastante a carregar (e a minha internet não é lenta de todo) e, conforme carregam, fazem a página ficar maior fazendo-me perder de vista o texto. Não devo ser o único na mesma situação.
  17. E pronto, os japoneses já têm margem de manobra para recriar ghost in the shell.
  18. The ShinkansenFinda a minha primeira estadia em Tokyo, o destino seguinte seria Kyoto.Para viajar para Kyoto, mas também para Osaka, outra grande cidade da região de Kansai, existem imensas formas de o fazer rapidamente.De automóvel ou de autocarro, nas auto-estradas mais movimentadas do Japão.De avião, directamente das mais importantes cidades e aeroportos do Japão para o Kansai Airport de Osaka.E de comboio.E dificilmente conseguiria recomendar outra maneira de viajar para Kyoto para além do Shinkansen, o comboio-bala.Não me levantei propriamente cedo para sair de Tokyo. As horas de ponta matinais, seja no metro como nas plataformas da Japan Railways, podem ser muito complicadas para quem viaja com malas ou mochilas grandes. Mas ainda assim, saí da Estação de Tokyo por volta das 10:00 para uma viajem de 517 quilómetros que durou duas horas e meia, num Shinkansen que não ia muito cheio.Isso deveu-se também ao facto de ser domingo, mas desenganem-se quanto à hora de ponta.Ao domingos os japoneses adoram sair para passear, visitar a família, ir jogar futebol ou baseball ou simplesmente ir espairecer. Entre as 8 e as 9 da manhã, seja qual for o dia da semana, as estações já estão demasiado movimentadas.O Shinkansen era o Nozomi.Para os utilizadores do Japan Rail Pass, o Nozomi vai ser um companheiro frequente de viagem. Não é dos mais rápidos, também não é o mais lento, mas deve ser a composição mais utilizada pela JR em todo o Japão. Há Nozomi em todas as regiões.No entanto, supera todas as características comuns dos comboios a nível mundial.Vibração reduzida, poluição sonora reduzida, oscilação mínima.As carruagens têm acomodações incrivelmente confortáveis, com imenso espaço para as pernas e entre passageiros. Há serviço de venda de snacks, bebidas e até refeições.Não existe revisor. Existe, em alguns casos, toda uma equipa de tripulantes que fazem a revisão dos bilhetes, do bom ambiente nas carruagens, do serviço de bebidas e comida, da segurança do veículo e todo isto espectacularmente bem apresentados, com fardas muito bonitas e feitas à medida, luva branca, simpatia acima do padrão japonês e um inglês fluente e correcto.Fiquei impressionado. Nunca achei grande piada a fardas em instituições ou profissões que não fossem ligadas ás forças armadas ou à autoridade pública, mas os japoneses levam isto a um nível diferente, correcto e não descurado.Se calhar agora sei porque nunca gostei de fardas. Estou habituado a ver fardas feias, descuradas e vestidas por pessoas que não a sabem respeitar.Voltando atrás à revisão dos bilhetes, as estações funcionam tão bem que quase não há necessidade de o fazer dentro do comboio. Só por uma vez me pediram o bilhete, e a todos os que viajavam no comboio, muito educadamente e com uma calma e paciência divina e quando mostrei o meu Japan Rail Pass, um enorme sorriso, um vénia apropriada e um "obrigado por visitar o nosso país" foram feitos aprovando o meu lugar naquele Shinkansen.Estas pessoas levam a sério o seu trabalho e a sociedade japonesa respeita-os bastante. Sempre que atravessam uma carruagem, ao fechar a porta fazem sempre uma vénia ao passageiros. Vários retribuem.Os Shinkansen são uma verdadeira instituição para os japoneses.Não é muito barato viajar neles, mesmo para o poder de compra do país, mas são um orgulho nacional. Há pessoas que fazem viagens neles só porque sim e as excursões escolares acontecem todos os dias.Nas plataformas, essencialmente ao fim de semana, as famílias ficam minutos, se calhar horas, com os miudos mais pequenos a ver passar os Shinkansen antes de embarcarem neles.Andar no Shinkansen também acarreta ter algum comportamento adicional. Ninguém fala alto nem fala ao telemóvel. Os dispositivos electrónicos de música e vídeo são utilizados com auscultadores. Quem precisar urgentemente de fazer ou receber uma chamada, fá-lo na zona entre carruagens.Evita-se fazer lixo e olhando ao número de pessoas que comem dentro do comboio, as carruagens ficam sempre limpas e utilizáveis à saída.Mesmo assim, em estações-chave, há equipas de limpeza que conseguem limpar um Shinkansen de dezasseis carros em três minutos. Sim, três minutos.Essas pessoas esperam que o comboio pare e que abra as portas e à saída dos passageiros pedem para depositar o lixo nos sacos que carregam. Depois dá-se a magia.Eu não consigo limpar o meu sofá em três minutos, quanto mais um comboio.Como Japan Rail Pass, o Shinkansen torna-se o meio de transporte mais funcional numa viagem que acarrete várias movimentações entre cidades. Torna-se assim mais barato ter a melhor experiência da eficiência dos transportes japonêses e viajar no país rapidamente e com o maior conforto.Em duas ou três ocasiões tive que viajar parte do trajecto em pé. Uma das ocasiões foi a vir de Hiroshima em hora de ponta, ou seja, as horas de ponta no Shinkansen também são muito movimentadas.Mas não deixem que isso vos crie obstáculos. Viajar em pé no Shinkansen é mais que possível graças à estabilidade do comboio.E ao contrário de alguns comboios expresso e do metro, onde é difícil utilizar esses transporte com malas e mochilas grandes, no Shinkansen há lugares próprios para guardar a bagagem. Se não houver, garanto-vos que uma mala demasiado grande cabe à vossa frente, junto aos pés, no lugar sentado.É engraçado falar nisto. Muitas pessoas pensam que o maior obstáculo em viajar dentro do Japão é o dinheiro e a sua aquisição por levantamento. Muitas pessoas e muitos sites na internet passam essa mensagem, mas recentemente foi feito um estudo por parte de uma instituição turística em que a maior parte da amostra considerou a bagagem o pior desafio. Dinheiro e ATM´s ficaram nos últimos lugares.Concordo.Não foi difícil levantar dinheiro. Não foi difícil, ou muito difícil, dialogar com pessoas sem qualquer instrução de inglês, não foi difícil apanhar chuva, não foi difícil perceber os mapas e utilizar as estações de comboio, etc etc.Mas bagagem sim, foi o mais difícil. Transportar bagagem em comboios cheios não só é difícil como inconveniente. Só os Shinkansen facilitam nesse aspecto.Eu hoje não levaria uma mochila tão grande. Os hostels têm lavandaria e se eu aproveitasse melhor esse serviço, que rondava os cem ou duzentos ienes por utilização, levaria apenas metade da roupa.Rematando este capítulo, a minha primeira viagem de Shinkansen ficará para sempre na minha memória por ter sido uma viagem rápida e confortável, por ter conhecido esta peça de engenharia e tecnologia ao serviço de todos e por ter como companhia um jovem casal japonês com o seu filho bebé que quis brincar comigo.Gostei deste meio de transporte e acho que está desmarcadamente acima dos outros comboios. Adorei a estética futurista e aerodinâmica e as partidas que me fez. Sim, partidas. Por várias vezes estava de costas para a chegada dele e ele irrompeu na plataforma sem o ouvir. Pontualmente. Ao segundo.
  19. Tokyo é uma cidade inigualável.Deixei a cidade satisfeito por ter mergulhado nela e ter conhecido os seus habitantes. Não foram poucas as coisas que me impressionaram.As pessoas têm semblantes mais carregados, mas ultrapassados os primeiros contactos e um sorriso mais receptivo e essas mesmas pessoas revelam-se. Gentis, educados, disponíveis. E acho que o são genuinamente.Muitas pessoas pensam dos japoneses como pessoas mesquinhas que não dizem o que pensam. Mito. Não são moralistas, apesar de ainda haver alguns preconceitos a ser ultrapassados, gostam de se divertir e respeitam-se mutuamente.Sim, até podem não dizer o que pensam a toda a hora, mas também respeitam o que os outros pensam.Em Tokyo isto evidencia-se. Aqui as pessoas andam mais fechadas em si mesmas, mas como disse atrás, quando dá-se o desbloqueio, a revelação é impressionante. Apaixonante, em muitos casos.Mais tarde voltaria a Tokyo, depois de uma semana alojado em Kyoto.
  20. stika

     

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    2. stika

      stika

      haha

    3. Erza

      Erza

      Bora! Nem sei o que dizer da publicação do @stika @Descartas... :m185:

    4. stika

      stika

      Só tens que dizer que é a melhor publicação que já viste ;)

  21. Descoberta de minerais em ilha do Japão pode mudar a economia mundial Foram descobertas, numa longínqua e pequena ilha japonesa, minerais que são utilizados para a produção de componentes electrónicos. Sendo que a china detém, praticamente, o monopólio destes minerais a exploração deste minerais pode mudar a economia do Japão. Mas também levará à extinção da dita ilha, prevejo eu.
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